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Arquivos mensais: novembro, 2010

O aumento da Inadimplência


O aumento da inadimplência das empresas se deve a valorização do dólar ante o real e ao aumento da taxa básica de juros, garante estudo inserido no Relatório de Economia Bancária de 2009 do Banco Central (BC).

O efeito da apreciação do dólar na inadimplência começa a ser percebido dois meses depois do choque de valorização da moeda estrangeira, com pico em oito meses. O feito é totalmente dissipado após 19 meses.

Para o BC acontece pela existência de contratos de crédito com cláusulas que incorporam a variação da cotação de moedas estrangeiras. Ou seja, quando há aumento do dólar, os encargos dos empréstimos ficam maiores para as empresas, já que há cláusulas nos contratos que estabelecem essa correção. Mais

Expansão do PIB pressiona o índice de Inflação


Previsão para expansão do PIB 2010 caiu enquanto o mercado financeiro subiu sua expectativa de inflação, de acordo com o estudo Focus divulgado pelo Banco Central.

No levantamento os analistas aguardam um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 5,72% no final deste ano – na pesquisa anterior, a projeção para a inflação oficial estava em 5,58%. O índice chegou acima da meta de inflação para o ano, de 4,5%.

No caso da inflação de curto prazo, o mercado subiu de 0,65% para 0,73%. Segundo Focus a inflação de dezembro já e prevista de 0,50% para 0,55%. A expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 foi alterada. Mais

Inflação atinge maior taxa desde a segunda previa de fevereiro


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV) encerrou o mês de novembro com alta de 1%, o que representa um acréscimo de 0,15 ponto percentual sobre a taxa da apuração anterior.

O resultado é o maior desde a segunda prévia de fevereiro, quando a taxa alcançou 1,04%. O índice se refere às variações de preços no período de 22 a 30 de novembro, comparado aos 30 dias anteriores.

Os alimentos foram os que mais influenciaram a elevação, com aumento de 2,27%, em média, 1,98%. Entre os itens que tiveram destaque estão as carnes bovinas (de 9,43% para 10,71%), as frutas (de 2,71% para 3,95%) e os adoçantes (de 4,85% para 7,14%). Mais

Pelo menos 5 meses ainda de inflaçao alta


O brasileiro terá de enfrentar pelo menos cinco meses de inflação alta pela frente. No rol dos aumentos de preços previstos para a virada do ano estão os reajustes das mensalidades escolares, das passagens de ônibus e dos aluguéis, todos numa faixa que deve superar 7%, além da forte pressão dos alimentos que deve continuar até a entrada da safra de grãos, marcada para o fim do primeiro trimestre.

A inflação acumulada em 12 meses pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que encerrou outubro em 5,2%, pode passar de 6% em dezembro, janeiro e fevereiro, preveem economistas. Se confirmado, o resultado acumulado pode superar no período, em mais de um ponto e meio porcentual, o centro da meta de inflação (4,5%). Mais

Mercado começa a precificar um eventual aumento do juros em breve


A penúltima semana de novembro trouxe mais um revés para a bolsa brasileira.  O Ibovespa foi influenciado pela intensificação dos problemas em torno da situação fiscal dos países europeus e de pregões esvaziados por conta do feriado de Ação de Graças nos EUA.

“A semana foi marcada por sessões de elevada volatilidade, oscilando ao sabor da maior aversão ao risco por parte dos investidores, principalmente, com os problemas na Europa e nos EUA”, explica Marco Melo, chefe de análise e pesquisa da Ágora Corretora.

Com isso, o índice encerrou a semana com desvalorização de 3,77%, aos 68.226 pontos. O dólar ganhou 0,47% em relação ao real no mesmo período, encerrando a sexta-feira negociado a 1,727 real. Mais

Dilma contra os juros altos e a política econômica marcante


Mais será uma luta firme e flexível. Firme enquanto no combate a inflação, mas flexível em relação ao dogma de que juros altos e o remédio contra um clima inflacionário.

Ou seja, firme na defesa do livre comércio, ainda flexível em relação à política cambial que, eventualmente, poderá adotar o câmbio fixo para evitar uma valorização exagerada e maligna do Real.

“Firme, mas flexível” é o tipo da expressão que os jornalistas acostumam citar para não dizer nada. As vezes Dilma exprime uma situação de fato, tal o caso do novo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Quando ele ainda nem foi anunciado já estava sendo descrito como alguém “firme e flexível”.

ilma, a economista, decidiu enfrentar o círculo vicioso: o Brasil tem juros altíssimos porque a inflação crônica insiste em reaparecer. E reaparece porque os juros passam a atuar como pesados custos para a produção, a distribuição e o comércio.

Custos que são absorvidos por o consumidor. A solução, de um lado, a firmeza na redução drástica dos gastos do governo e, na outra ponta, a redução acelerada dos juros.

A primeira medida foi dispensar o Meirelles e isso foi feito com alguma habilidade política. Agora, se a presidente, o Guido Mantega, mantido no Ministério da Fazenda, e o Alexandre Tombine vão conseguir o equilíbrio perfeito entre a firmeza e a flexibilidade, isto só Deus saberia dizer. E o grande desafio da nova política econômica do Brasil.

Com a inflação e os prognósticos o Serasa teme aumento de inadimplência


Segundo os economistas da Serasa a reação econômica em ambiente de inflação pode trazer novo aperto monetário. Auguram esse clima ao antever o reaquecimento da economia a partir deste trimestre, estendendo-se pelo início de 2011.

O indicador de perspectiva econômica das Serasa Experian voltou a crescer na segunda metade do ano, e variou positivamente (0,1%) em setembro, em relação a agosto. É a terceira elevação mensal consecutiva. O indicador marcou 100,5 pontos.

O nível acima dos 100 pontos determina que o crescimento econômico – após ter desacelerado no segundo e terceiro trimestres de 2010 – poderá se reaquecer no último trimestre deste ano, movimento que deverá se estender até, pelo menos, o primeiro trimestre do ano que vem.

Esse cenário de crescimento econômico mais acelerado, a ocorrer num ambiente de inflação corrente mais elevada – bem como de deterioração das expectativas inflacionárias para 2001 – contribui para aumentar as chances de ser instaurado no país um novo ciclo de aperto monetário, pondera o estudo.

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