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Arquivos mensais: dezembro, 2010

Ouro encerra o ano 2010 sendo a única aplicação que bateu a inflação em 2010


O Ouro encerra o ano 2010 sendo a única aplicação que bateu a inflação em 2010 virando a mais rentável. As ações, numa época as grandes vedetes ao principio da década, tiveram desvalorização de 0,8% no último ano do governo Lula, a segunda pior marca desde que assumiu a Presidência em 2003.

O metal acumulou valorização de 30,64%, quase 20 pontos percentuais acima da inflação de 11,32%. Se a comparação for com o IPCA, a inflação oficial, estimada para fechar o ano em 5,89%, o ganho é ainda mais expressivo. A busca da preservação do valor em oposição aos riscos de outros investimentos é a explicação dos analistas para a alta.

“O ouro foi a vedete deste ano”, declarou José Francisco Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. “Tem a característica de preservar valor no montante de sua escassez combinada com o atributo de não gerar riqueza”, opinou. Apesar de não render juros ou dividendos, o metal não tem custos de armazenagem. E, num momento em que a preocupação dos investidores é com a preservação de valor, o ouro é uma alternativa aos riscos que outros ativos oferecem. Mais

Inflação pelo IGP-M fecha o ano em 11,32%


Inflação pelo IGP-M fecha o ano em 11,32%, aponta Fundacao Getúlio Vargas e o resultado é bem distinto da deflação de 1,72% apurada no ano passado. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) encerrou o ano em 11,32%, a maior taxa anual desde 2004 (12,41%). Em dezembro, o IGP-M registrou inflação de 0,69%, ante 1,45% em novembro.

O resultado mensal veio abaixo das estimativas dos economistas, que esperavam inflação de 0,70% a 0,85%, com mediana de 0,77%. Já a variação do IGP-M em 2010 ficou levemente abaixo das projeções dos analistas, que previam de 11,33% a 11,49%.

Segundo FGV o Índice de Preços por Atacado – Mercado (IPA-M) subiu 0,63% este mês, ante elevação de 1,84% em novembro. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M) apresentou elevação de 0,92% em dezembro, ante aumento de 0,81% em novembro. Mais

Analistas de mercado voltam a elevar projeção para a inflação oficial


A projeção para inflação registra alta e vários analistas de mercado voltam a elevar projeção para a inflação oficial. Acontece que a estimativa de analistas do mercado financeiro para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a subir, de acordo com dados do boletim Focus. O previsto para o final de 2010 passou de 5,88%, na semana passada, para 5,90%.

A expectativa para 2011 também aumentou, de 5,29% para 5,31%. Como o centro da meta de inflação do Brasil este ano e em 2011 é 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo, as projeções para o IPCA encontram-se dentro do previsto. A expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, utilizada pelo Banco Central para conter as pressões inflacionárias, ficou estável, tanto em 2010 (10,75%) como para o final de 2011 (12,25%).

Ou seja que mantendo a tendência das semanas anteriores, os economistas ouvidos pelo Banco Central novamente apontaram a expectativa de aceleração da inflação, entretanto, a mediana das projeções de alguns índices de preços mantiveram-se estáveis e até recuaram – caso do IGP-M (Índice Geral de Preços ao Mercado) para dezembro.

O destaque fica por conta da expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como medida oficial de inflação. Segundo os dados, para o resultado de dezembro, é esperada taxa de 0,62%. Com o centro da meta de inflação para 2010 em 4,5%, a expectativa é de que o índice aponte inflação anual de 5,90%.

Na última edição de 2010, a mediana das projeções para o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro mais uma vez ficou estável: crescimento de 7,61% da economia neste ano.

Nas projeções para o próximo ano, destacam-se mais uma vez os índices de inflação. Os economistas ouvidos pelo BC elevaram as expectativas dos principais índices em 2011. A taxa anual do IPCA é estimada em 5,31%, acima dos 5,29% registrados na última semana.

China pode manter inflação em nível razoável


China pode manter inflação em nível razoável, diz o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, quando a inflação desacelera desde novembro. A China ampliou seus esforços para conter a crescente pressão inflacionária nos últimos meses. Ontem, o país elevou as taxas de juros pela segunda vez em pouco mais de dois meses.

No mesmo período, Pequim elevou por três vezes o depósito compulsório dos bancos – reserva que as instituições são obrigadas a manter, retirando dinheiro da economia. Wen disse que a China tem obtido ótimos resultados na produção agropecuária por sete anos consecutivos, o que tem sido um fator para estabilizar a inflação.

O índice de preços ao consumidor subiu 5,1% na China em novembro o maior aumento desde julho de 2008. Alguns economistas esperam que o crescimento da inflação desacelere um pouco em dezembro, por terem ocorrido menos aumentos nos preços dos alimentos. A China elevou sua meta para inflação para em torno de 4% em 2011, 1 ponto porcentual mais alta que a meta deste ano, de 3%.

O primeiro-ministro se mostrou confiante na capacidade chinesa de garantir que os preços de propriedades fiquem razoáveis e que o país construa mais casas para pessoas de baixa renda.

Pequim lançou várias medidas desde abril para conter os aumentos no custo das moradias. Em setembro, o governo lançou uma medida solicitando aos bancos que não disponibilizem hipotecas para os compradores de casas que já possuem dois ou mais imóveis. “Nós continuaremos a desencorajar a especulação no setor de propiedades através do fortalecimento dos controles de crédito e da melhoria no gerenciamento dos recursos da terra”, declarou Wen.

A inflação não é estrutural e recuará, diz o Ministro


Para o ministro da Fazenda a inflação não é estrutural e recuará tão logo as commoditties e o preço dos alimentos diminuam. Ao ser questionado sobre o relatório de inflação do Banco Central o ministro superou a elevação de juros no ano que vem tentando minimizar o problema alegando que a questão não é estrutural.

“Nós temos a questão de elevação de preços de commoditties, principalmente de alimentos. Então, é uma elevação muito bem detectada e bem identificada. Não é uma inflação estrutural da economia e significa que ela recuará tão logo as commoditties e o preço dos alimentos recuem”, achou.

Ontem o Banco Central tinha divulgado o relatório de inflação do último trimestre. O nível mostrou que os riscos de inflação aumentaram para 2011. Segundo o diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Hamilton online casino Araújo, um risco é externo e vem do aumento dos preços das commodities (produtos básicos com cotação internacional). Mais

Aumento da Selic pode ser em janeiro


Mercado acredita que o Banco Central deu um sinal de que um aumento da Selic pode acontecer já em janeiro, mais o Banco Central disse que o distanciamento das projeções de inflação, tanto da autoridade monetária quanto do mercado, do centro da meta pode requerer um aumento de juro no curto prazo.

O mercado leu os comentários, feitos no Relatório de Inflação do quarto trimestre, como um sinal de que um aumento da Selic pode acontecer já em janeiro. A estimativa para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano passou para 5,9%, contra 5% no trimestre anterior.

“O Copom avalia que o balanço de riscos associado ao cenário prospectivo para a inflação evoluiu desfavoravelmente desde a divulgação do último relatório. Mais

Alta na previsao do IPCA


Respeito aos níveis da inflação o mercado financeiro sobe estimativa de inflação para 2010 e 2011. E assim que voltou a elevar, na última semana, a sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano e, também, de 2011, informou o Banco Central, por meio do relatório de mercado. O documento é fruto de pesquisa com os economistas do mercado financeiro.

Para o IPCA deste ano, a previsão do mercado avançou de 5,85% para 5,88%. Essa foi a décima quarta semana seguida de aumento da previsão. Ao mesmo tempo, a expectativa dos analistas para o IPCA de 2011 subiu de 5,21% para 5,29%.

No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Para 2010 e 2011, a meta central de inflação é de 4,5%. Mais

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