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Arquivos mensais: fevereiro, 2011

Novo valor do salário mínimo no Brasil


O reajuste de R$ 545, votado pelo Congresso Nacional no dia 24 de fevereiro, correspondeu às perspectivas de Dilma Rousseff, presidente do Brasil, e de Guido Mantega, ministro da Fazenda. Além deles, outras alas se mostraram totalmente convergentes ao novo valor, situação que desagradou oposição e centrais sindicais.

Sempre otimista em seus discursos, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, endossou a alta do mínimo para R$ 545 e o mecanismo utilizado para o reajuste. Em sua visão, o acerto assegura ao trabalhador uma política de ganho real, não apenas para 2011, mas para os próximos três anos.

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As compras coletivas, novo comportamento do consumidor


A grande aposta no mundo virtual atualmente são os sites de compras coletivas. O mercado no Brasil é bastante novo, não tem ainda um ano completo, mas já movimenta milhões de reais. O esquema das compras coletivas surgiu nos estados Unidos, numa época de crise financeira, para alavancar o movimento de estabelecimentos comerciais que há muito estavam perdendo e fechando as portas.

Os descontos mostraram-se positivos para quem compra e também para quem vende. O anunciante tem a oportunidade de mostrar seu produto de forma massiva e consegue trazer o público para seu estabelecimento.

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Indice de Inflação


Devemos abordar alguns conceitos relacionados com a inflação, tendo em vista a enorme importância deste fenômeno sobre as operações financeiras realizadas no Brasil.

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Em contextos inflacionários, deve-se ficar atento para a denominada ilusão monetária, ou rendimento aparente.

Nesta situação deve-se determinar a taxa real de juros e o custo ou rendimento real de um financiamento ou aplicação.

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Preocupação com as contas públicas e a Inflação


Tradicional crítica do Partido dos Trabalhadores (PT), a integrante do Democratas Kátia Abreu, de Tocantins, não votou por salário mínimo acima de R$ 545, contrariando seu partido e também o aliado PSDB. Eis as razões da senadora, que é ainda presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA): "A escalada da inflação torna o equilíbrio fiscal a questão mais importante para o país neste momento. Todos os outros interesses precisam ser subordinados a este.

Só chegamos a esta situação pela imprudência fiscal do último governo, mas não é por causa disso que a oposição deve comprometer o equilíbrio fiscal. Entre preservar o poder de compra dos brasileiros ou dar-lhes a ilusão de um ganho provisório, eu fico com a primeira opção".

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Copom mantém juros em 10,75% ao ano


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reuniu nesta terça e quarta-feiras (19 e 20) e decidiu, por unanimidade, manter a taxa básica de juros da economia brasileira estável em 10,75% ao ano. Esse é o segundo encontro seguido do Copom no qual os juros ficam estáveis.

O Comitê começou a subir a taxa básica da economia brasileira em abril, e depois promoveu mais duas elevações em junho e julho deste ano. Antes disso, os juros estavam em 8,75% ao ano, a mínima histórica. Deste modo, a subida total dos juros em 2010 foi, até o momento, de dois pontos percentuais.

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Inflação no longo prazo comprometida pelo preço do petróleo


Para o economista especializado em inflação, Fábio Romão, da consultoria LCA, a expectativa é que mesmo com as pressões de curto prazo sobre as cotações internacionais do petróleo o ritmo de crescimento da economia mundial não chancela uma alta duradoura. “No curto prazo, não devemos ter um efeito nocivo do petróleo sobre a inflação no Brasil. O real valorizado ameniza essa alta recente”, disse.

Romão explica que a inflação no Brasil está menos associada à oscilação das commodities, neste momento. “Os preços dos alimentos estão começando a exercer uma pressão menor nos indicadores de inflação, que no momento sofrem com a elevação de preços do lado dos serviços.”

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Investimentos da Petrobras crescem 217%


Nos últimos 16 anos, a principal empresa estatal brasileira aplicou R$ 453,3 bilhões na exploração, produção, refino, transporte e comercialização de petróleo e gás natural. Entre 1995 e 2002, durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, foram investidos R$ 109 bilhões, já descontada a inflação acumulada no período.

Entre 2003 e 2010, quando mais empresas foram incorporadas ao grupo, a gigante brasileira de petróleo investiu R$ 344,5 bilhões; crescimento de 217% em relação ao governo FHC.

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