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Arquivos mensais: março, 2011

Pode ser rebaixada a qualificação de risco para Brasil segundo S&P


A diretora executiva da Standard & Poor’s (S&P) do Brasil, Milena Zaniboni, afirmou ontem que a questão fiscal no Brasil é mais preocupante que a inflação e que, se o Brasil não cumprir a meta de superávit primário deste ano, de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB), a agência de classificação de risco poderá "rebaixar" a perspectiva ou a nota de classificação de risco do País, atualmente denominada com grau de investimento BBB-. O superávit primário é a economia do governo para quitar seu endividamento.

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Prévia do IPCA fica em 0,6% em março. Vestuário pressiona índice para baixo


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) apontou avanço de 0,6%, em março, após alta de 0,97%, em fevereiro, informou ontem o IBGE. A medição é uma prévia do indicador oficial de inflação, o IPCA, e já sinaliza desaceleração da alta do custo de vida no Brasil.

O setor de vestuário apresentou no IPCA-15 deflação de 0,37%, frente a uma aceleração de preços de 0,13% no mês anterior. Em março do ano passado, a alta havia sido modesta — 0,08%.

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Brasil conterá a inflação segundo o CitiGroup


O Brasil conterá a inflação sem aumentar “significativamente” as taxas de juros e o Ibovespa deve subir para 87.500 pontos até o fim do ano. A afirmação é de Matthew Hickman, diretor de pesquisa em renda variável para América Latina do Citigroup.

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"É uma meta grande, mas nós estamo s bastante agressivos nessa chamada", disse Hickman em entrevista nesta terça-feira (22/3). "Se o governo tomar as medidas para desacelerar as formas de os bancos intermediarem fluxos de capital e transformá-los em crédito, isso seria uma coisa boa."

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Os bancos centrais têm duas missões. A mais fundamental é manter a higidez do sistema financeiro


A experiência histórica (confirmada na recente crise mundial) mostra que, quando se estabelece qualquer dúvida sobre a sua solidez, o circuito econômico é imediatamente interrompido.

Com relação a essa missão, o Banco Central do Brasil tem tido um enorme sucesso com as medidas prudenciais tomadas desde o Proes e o Proer, ambos da década de 1990. A segunda missão é a de controlar a taxa de inflação por meio de manobras da taxa de juro real com operações no mercado.

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Aumento no preço do algodão vai repercutir no custo das roupas


A inflação do varejo em abril contará com uma pressão adicional que vai atingir em cheio o bolso do consumidor: um aumento fora do normal nos preços das roupas. Levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro do algodão em caroço no atacado acumula taxa de 170,56%, a mais forte em 11 anos, nesse tipo de comparação.

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A indústria têxtil já admite que o repasse do aumento de custos para o produto final é inevitável, o que pode ajudar a elevar as taxas dos indicadores inflacionários no mês que vem.

Preocupação internacional com inflação e câmbio no Brasil


Pesquisa feita com agentes internacionais indica preocupação com o aumento da inflação e a perda de competitividade gerada pela desvalorização do dólar ante o real. Os dados fazem parte da terceira edição do Monitor de Percepção Internacional do Brasil (MPI-Br) divulgado hoje (21) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O estudo mostra piora nas expectativas inflacionárias para os próximos 12 meses. Do total de entrevistados, 52% esperam inflação próxima a 5,5%, valor acima do centro meta determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que prevê 4,5%. “Sai do campo positivo para o campo negativo, significa que hoje a média é negativa e com tendência de aumento da inflação”, explicou o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, André Pineli.

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Inflação do aluguel diminui e fica em 0,59%


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para reajuste em contratos de aluguel, diminuiu na segunda prévia de março e registrou taxa de 0,59%. No mesmo período de fevereiro, a alta foi de 0,88%. Com o resultado, o índice acumula no ano alta de 2,40% e, nos últimos 12 meses, de 10,91%.

De acordo com dados divulgados hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), todos os três componentes do IGP-M tiveram decréscimo na segunda leitura do mês.

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