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Arquivos mensais: Abril, 2011

Crescimento deve ser da ordem do 10% em 2011 diz Mantega


O ministro da Fazenda, Guido Mantega disse nesta segunda-feira, em Nova York, nos Estados Unidos, esperar que os investimentos no Brasil cresçam cerca de 10% em 2011. crecimiento-de-las-empresas-2_21091817

 

O ministro afirmou também que o governo está ajustando o ritmo de expansão da demanda doméstica para uma taxa de aproximadamente 6% este ano. Segundo ele, o Brasil seguirá tendo crescimento sustentado nos próximos anos, devido aos ajustes que estão sendo feitos.

Projeção da inflação sobe para 6,29% e marca pressão sobre 2012


Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente as projeções para a inflação oficial neste ano, de 6,26% para 6,29%, se aproximando do teto da meta (6,50%).

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O boletim Focus do Banco Central (BC), que colhe semanalmente as previsões de analistas de cerca de 100 instituições financeiras, registrou 18 altas nas estimativas de preços nas últimas 19 semanas.

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Aumento de 0,5 pontos na Selic no topo das apostas


As apostas em torno de mais um aumento em 0,50 ponto percentual da Selic nos atuais 11,75% ao ano ganharam mais um elemento nos negócios de hoje: declarações feitas pelo presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, em Washington. Além disso, os investidores estão em alerta após anuncio de dados econômicos robustos e inflação mais alta na China.

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Reginaldo Galhardo, gerente da Treviso avalia que uma política mais austera para conter a inflação é a preocupação dos investidores neste momento e pode reacender as dúvidas com a recuperação do crescimento das grandes economias mundiais.

Diante de um cenário de incertezas em relação à inflação global, a cautela foi à palavra de ordem nos principais mercados mundiais, com os investidores se desfazendo de ativos que embutem maior grau de risco e buscando proteção.

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As Contas Públicas deverão sofrer ajuste para conter inflação


A inflação anualizada medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) varou os 6% e se aproxima do teto da margem, de 6,5%. A meta do Banco Central é de 4,5%.

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Isso vem no rastro dos gastos exagerados em 2010 e do excesso de organismos públicos. Fala-se, ouvem-se discursos, palavras bonitas são jogadas ao vento, mas, de prático, muito pouco ou quase nada acontece. Só mais gastos.

Antevendo o descalabro nas contas da União, Dilma Rousseff puxou o freio de mão nas despesas. Porém, a brusca parada pode ter vindo tarde demais. Piorando o quadro, as contas externas do Brasil continuarão negativas até 2016, pelo menos, se o governo mantiver a atual política econômica.

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Inflação em aumento pode ameaçar economia brasileira em 2011


Apesar das medidas de restrição ao crédito tomadas pelo governo para conter a inflação, os preços podem subir ainda mais no comércio e no setor de serviços neste ano, de acordo com um documento divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, vinculado ao Palácio do Planalto).

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Pressões inflacionárias vindas do setor de serviços, devido à escassez de mão-de-obra, e incertezas internacionais, em especial relacionadas à recuperação do Japão pós-tsunami, também compõem um cenário menos favorável do que o do ano passado.

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Inflação e preocupante, mas o FMI confia no BC para evitá-la


O Fundo Monetário Internacional (FMI) vê sinais de superaquecimento da economia brasileira e alerta para riscos da rápida expansão de crédito, mas confia que o Banco Central conseguirá cumprir a meta de inflação em 2012. As projeções do organismo, divulgadas ontem no seu relatório Panorama Econômico Mundial, são de que a inflação fique em 5,9% em 2011 e em 4,5% em 2012.

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As projeções do FMI estão em linha com o discurso do BC de que a inflação vai ficar acima do centro da meta em 2011, definida em 4,5%, em virtude de efeitos primários de choques de oferta como alta de preços de alimentos e minerais, mas vai convergir para o objetivo em 2012, também fixado em 4,5%. O mercado financeiro está mais pessimista, projetando inflação de 6,3% em 2011 e de 5% em 2012.

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Previsão para PIB e Selic em 2011, invariável


A projeção dos analistas do mercado financeiro para o desempenho da economia brasileira em 2011 foi mantida em relação à última semana. De acordo com o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC), a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano permaneceu em 4,00%. Há quatro semanas, a expectativa de crescimento era de 4,10%. Para 2012, a previsão de expansão recuou, de 4,30% para 4,24%.Dolar-cotizacion

Na mesma base, aposta para a Selic em 2011 permaneceu a mesma das duas últimas semanas, de 12,25%. Já para 2012, a previsão para a taxa cresceu, de 11,25% para 11,50%.

Por sua vez, a estimativa de inflação (IPCA) subiu de 6,02%, para 6,26%. Para 2012, as perspectivas se mantiveram em relação à última semana, em 5,00%.

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