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Arquivos mensais: julho, 2011

O BC diz que o cenário para a inflação melhorou, apesar das incertezas


Aumento de incertezas também foi mensurado em relatório do Copom divulgado ontem

Brasília. O Banco Central avalia que o cenário para a inflação melhorou, apesar das incertezas "elevadas e crescentes" em relação à economia internacional e doméstica. A afirmação faz parte da ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na última quinta-feira (28), na qual o BC explica porque elevou a taxa básica de juros de 12,25% para 12,50% ao ano.

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"Embora incertezas elevadas e crescentes que cercam o cenário global e, em escala marcadamente menor, o cenário doméstico, não permitam identificar com clareza o grau de perenidade de pressões inflacionárias recentes, o Comitê avalia que o cenário prospectivo para a inflação mostra sinais mais favoráveis", diz a ata.

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Aumenta novamente a expectativa da inflação para 2012


No primeiro boletim Focus após a elevação de 0,25 ponto percentual da taxa Selic pelo Banco Central (BC), as expectativas para a inflação do próximo ano voltaram a se deteriorar. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2012 passou de 5,20%, na semana passada, para 5,28%.

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Alguns analistas atribuíram esse ajuste ao comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) publicado após o encontro, que teria deixado a porta aberta para uma interrupção do processo de aumento da taxa básica. A versão, no entanto, não é aceita por integrantes da equipe econômica.

De acordo com fontes do governo, das 111 amostras coletadas para a elaboração da expectativa para o IPCA, apenas 11 indicaram projeção mais elevada para os preços em 2012, enquanto 8 reduziram suas apostas para o próximo ano. A variação, portanto, seria mais estatística do que propriamente uma piora das expectativas.

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Mantega diz que a inflação está sob controle e ficará abaixo do teto


O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta terça-feira (26) que a inflação está sob controle e que o país conseguirá manter a meta, abaixo do teto (6,5%), como vem fazendo desde 2005.

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"A inflação está sob controle e o governo continuará vigilante", disse o ministro. As declarações foram feitas em reunião do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social).

Mantega disse que o combate à inflação é prioridade do governo Dilma Rousseff. O ministro reforçou a fala da presidente na semana passada e disse que as medidas adotadas pelo Planalto não terão prejuízo para o crescimento.

"O governo não economizou esforços para manter a inflação sob controle e em função disso posso dizer que a inflação está sob controle. Vamos cumprir os limites do regime de meta da inflação. Ficaremos abaixo do limite superior, mostrando que o combate à inflação é prioridade e vamos manter essa prioridade. A inflação está em uma trajetória descendente."

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Alimentos voltam a desacelerar


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou taxa negativa na terceira prévia do mês de julho. O índice mensal calculado ficou em -0,11% deste mês, até o dia 22. A prévia foi divulgada nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas.

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Esta é a terceira queda de preços verificada em julho. Na primeira prévia do mês, medida até o dia 7, o IPC-S havia variado também -0,11%. Já na segunda prévia, medida até o dia 15, a deflação tinha sido mais intensa: -0,13%.

Os produtos da categoria alimentação voltaram a contribuir para a deflação. Os preços desses produtos caíram 0,88% nesta prévia. O tomate registrou recuo de 16,86%, manga teve queda de 13,51% e a batata-inglesa, de 6,77%.

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Inflação oficial para 2012 avança em 5,28%


O mercado financeiro manteve em alta as previsões para a inflação em 2012 e nos próximos 12 meses, conforme o relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira.

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A expectativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deste ano se manteve em 6,31%, enquanto a de 2012 avançou 5,28% ante 5,20%. A meta do governo para a inflação nos dois anos tem centro em 4,5%.

Nos últimos 12 meses, a taxa subiu de 5,37% para 5,40%. O prognóstico para a taxa básica de juros, a Selic, ficou em 12,75% para 2011, e para 2012 a previsão subiu de 12,63% para 12,75%.

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A influência sobre o IPCA dos alimentos e serviços


Estudo realizado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado à Presidência da República, verificou o comportamento da inflação brasileira na última década, e apontou como vilões das altas de preços os grupos de alimentos e bebidas, além de serviços. Segundo o levantamento, divulgado ontem, as variações destes grupos ficaram acima do centro da meta de inflação nos últimos dez anos. ç

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De acordo com o estudo, quatro fatores tiveram influência direta na alta de preços destes grupos. São eles: a alta internacional dos preços de commodities; a melhora da distribuição de renda e do mercado de trabalho; as mudanças na regulação dos preços administrados e a valorização do real (apreciação cambial) e ganhos de produtividade.

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Sai inflação oficial de julho, os dados dizem que caiu


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,10% em julho e ficou abaixo da taxa de 0,23% de junho em 0,13 ponto percentual.

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Com esse resultado, o acumulado no ano foi para 4,20%, fechando acima de igual período do ano anterior (3,26%). Na perspectiva dos últimos 12 meses, o IPCA-15 ficou em 6,75%, acima dos 12 meses imediatamente anteriores (6,55%). Em julho de 2010, a taxa havia sido de -0,09%. As informações são do IBGE.

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