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Arquivos mensais: julho, 2011

Por causa da pressão sobre a inflação a mistura de etanol na gasolina será reduzida


A quantidade de etanol que é adicionada à gasolina no Brasil será reduzida. A presidente Dilma Rousseff tomou a decisão como parte dos esforços para controlar a inflação.

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O aumento nos preços do álcool, em sintonia com a alta do açúcar no mercado internacional, tem sido um dos principais fatores responsáveis pela elevação da inflação acima da meta oficial.

O álcool continuou caro apesar da entrada da nova safra, e essa tendência deve se manter porque a previsão do setor é de que a safra de cana de 2011/12 no centro-sul do Brasil apresente um declínio pela primeira vez em uma década. Atualmente, a gasolina vendida nos postos brasileiros recebe 25 por cento de álcool anidro. Dilma cogita reduzir esse percentual para 18 ou 20 por cento, segundo essa fonte. A decisão deve ser oficializada ainda neste mês, com a implementação em agosto.

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Na segunda prévia de julho a inflação do aluguel registra queda de 0,21%


O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) teve queda de 0,21% na segunda prévia de julho, mesma taxa registrada na segunda prévia de junho, de acordo com a Fundação Getulio Vargas.

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O índice, que é usado para reajustar grande parte dos contratos de aluguéis, manteve alta de 8,25% nos últimos 12 meses, e de 2,92% no ano.

Entre os três subíndices que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve queda de 0,38%, contra 0,54% antes na prévia de junho. Entre as principais baixas nos preços do atacado estão a soja em grão, café em grão, minério de ferro, laranja e algodão em caroço.

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Expectativas equivocadas favorecem a inflação


A condução das expectativas sobre os rumos da inflação e da taxa básica de juros na gestão de Alexandre Tombini à frente do Banco Central está levando economistas e analistas a errarem mais nas apostas sobre o resultado das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) do que no ano passado e em 2007, pré-crise mundial.

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Os desencontros entre o mercado e o BC levam bancos, investidores e empresas a trabalharem com expectativa maior de inflação, provocam alta no custo dos financiamentos e aumentam a necessidade de medidas – como a elevação da taxa básica de juros, a Selic – para conter a pressão por reajuste de preços.

Cálculo feito pelo Banco Espírito Santo Investiment Bank Brasil (BESI) a pedido da Agência Estado mostra que a média de acerto do resultado das primeiras quatro reuniões do Copom neste ano caiu para 77% das apostas de analistas e economistas pesquisados antes de cada decisão sobre a taxa Selic. Em 2010, ano eleitoral e de despedida de Henrique Meirelles como presidente do BC, a média foi de 83% nas oito reuniões do Copom.

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Consumo da classe C e D fez aumentar inflação de supérfluos


A ascensão das classes C e D tem estimulado a formação de um novo perfil de consumidor. Levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), feito a pedido da Agência Estado, mostra que a evolução dos preços de serviços não prioritários no orçamento familiar, como espetáculos, salão de beleza e academia de ginástica, já representa uma alta acumulada de 9,24% em 12 meses, até junho último, no Índice de Preços ao Consumidor (IPC-BR).

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O recorte da FGV mostra que serviços que podem ser denominados de "supérfluos" – uma novidade no orçamento da população de renda mais baixa – são responsáveis pela maior parte do incremento dos preços no segmento. No IPC-BR, os preços dos serviços não comercializáveis, que incluem despesas com médicos e funerárias, por exemplo, If the Federal Reserve were the only bank in America, then credit report monitoring would be money and the Fed would truly invent the money out of nothing (as it does already with outside money). acumula alta de 8,5%, enquanto a inflação varejista média, pelo mesmo indicador, é de 6,40%. Em paralelo, no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, a inflação de serviços mostra elevação de 8,7% em 12 meses.

Mercado volta a ser pessimista na sua previsão da inflação para este ano


A divulgação pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da inflação de junho impactou nas expectativas do mercado para o indicador de preços a fechar no final deste ano. Após seguidas reduções nas perspectivas para o IPCA de 2011, os analistas consultados pelo Banco Central (BC) para compor o relatório Focus, divulgado ontem, elevaram a projeção de 6,15% para 6,31%, patamar próximo ao teto da meta, de 6,5%.

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"Essa elevação das expectativas é, em parte, efeito do IPCA de junho, que registrou alta de 0,15%, ficando acima do que apontava a mediana da pesquisa Focus (0,05%). Só por este efeito, já temos um acréscimo de 0,10 ponto percentual na inflação esperada para este ano. No entanto, o mercado começou a revisar para cima as projeções para julho, dado o resultado ruim de junho, a subir a mediana deste mês de 0,16% para 0,20%", avalia a economista e sócia da Tendências Consultoria, Alessandra Ribeiro. Segundo ela, a previsão para o IPCA de julho da consultoria foi elevada para 0,25%.

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Índice se encaminha para o centro da meta


O presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que o cenário para o Brasil é a manutenção de um crescimento forte e sustentável nos próximos anos, incluindo cada vez mais brasileiros no mercado de consumo.

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Cobrado por parlamentares sobre os juros altos, que tendem a segurar a expansão, Tombini respondeu: "Não fazemos política monetária por analogia internacional. No futuro, o Brasil tem boas perspectivas de baixar o juro real. Não se pode reduzir juros de forma irresponsável".

Ele disse que a inadimplência (atraso acima de 90 dias) está diminuindo. Enfatizou que a expansão do crédito imobiliário ocorre em bases sólidas. Mas chamou atenção sobre o comportamento da inflação de serviços, que tem ficado em "nível elevado" e acima da inflação cheia. Tombini afirmou ainda que a economia brasileira ao longo de 2010 teve crescimento da demanda acima da oferta, o que levou a um aumento significativo das importações e do chamado "vazamento externo".

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Alta de salários causa inflação diz o governo


Em um recado direto a empresas e trabalhadores que negociarão aumentos salariais no segundo semestre, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reforçou ontem, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores (CAE) do Senado, a preocupação do governo com o impacto dos reajustes sobre os preços da economia, especialmente os concedidos apenas com base na inflação passada.

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Ele afirmou que a taxa acumulada em 12 meses vai começar a cair a partir de agosto e que não se deve olhar a inflação pelo retrovisor.

"É importante que nas negociações fique claro que a trajetória de inflação estará apontando para baixo, (para o centro da meta) de 4,5%", disse o presidente do BC.

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