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Arquivos mensais: agosto, 2011

Inflação do aluguel sobe 0,44% em agosto


Após dois meses em queda, a deflação chegou ao fim no Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). O indicador subiu 0,44% em agosto, após cair 0,12% em julho, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa mensal foi a maior em quatro meses, mas ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados (entre 0,32% e 0,47%), sendo, no entanto, superior à mediana das projeções (0,41%).

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A FGV anunciou ainda os resultados dos três subindicadores que compõem o IGP-M de agosto. O IPA-M subiu 0,57% este mês, após mostrar queda de 0,22% em julho. O IPC-M apresentou alta de 0,21% em agosto, em comparação com a taxa negativa de 0,13% no mês passado. Já o INCC-M registrou taxa positiva de 0,16% este mês, em comparação com a elevação de 0,59% em julho.

A taxa acumulada do IGP-M é muito usada no cálculo de reajustes de aluguel. Até agosto, o indicador acumula taxas de inflação de 3,48% no ano e de 8% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de agosto foi do dia 21 de julho a 20 de agosto.

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Mercado eleva projeção de inflação em 2011


O mercado financeiro elevou a projeção para a inflação em 2011, segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC). Já a projeção para a inflação em 2012 foi mantida.

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De acordo com a pesquisa, a expectativa para a inflação oficial neste ano subiu de 6,28% para 6,31%, em um patamar distante do centro da meta de inflação, que é de 4,50%. A meta tem margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.

A projeção para a inflação em 2012 foi mantida em 5,20%. A previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto de 2011 subiu de 0,30% para 0,32%. A estimativa para o IPCA de setembro foi elevada de 0,37% para 0,38%.

O mercado financeiro reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 de 3,84% para 3,79%, segundo o boletim Focus. Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia foi reduzida de 4,00% para 3,90%.

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Índices de inflação mostram tranqüilidade


O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Márcio Holland, afirmou nesta sexta-feira que não vê pressão inflacionária no Brasil e que os índices mostram tranquilidade, "exatamente na rota que prevíamos".

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Em conversa com jornalistas após palestra no 5o Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, da BM&F Bovespa, Holland disse que é preciso olhar a evolução da inflação. "As pessoas ficaram assustadas com a inflação acumulada em 12 meses, mas isso nao é parâmetro para execução de metas. O que estamos esperando é que a partir de setembro ela comece a se encaminhar para o centro da meta", afirmou.

O que interessa para um regime de metas de inflação, continuou o secretário, muito bem desenhado como o brasileiro, é o desempenho em médio prazo. "Ninguém prevê uma alta de preços de commodities, pelo contrário, a tendência deve ser de queda. No ano que vem, não deve haver o choque do preço do etanol e de outros produtos, como algodão e carnes, decorrentes de fatores específicos."

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Mudança na projeção para Selic potencia a renda fixa


A mudança das expectativas do mercado financeiro para a trajetória da taxa básica de juros (Selic) após dados indicando possibilidade de recessão nos Estados Unidos turbinou a rentabilidade dos fundos de renda fixa nas últimas semanas, apontam dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

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Em agosto, até o dia 19, as carteiras renda fixa índices – em que os gestores buscam superar os índices de renda fixa, como o IMA-Geral, com apostas em títulos públicos e no mercado de juros futuros – renderam em média 2,26%, batendo de longe a variação do Certificado de Depósito Financeiro (CDI), de 0,70%. Apenas na semana passada, esses fundos renderam 1,66%, para 0,23% do CDI. Mas mesmo as carteiras de renda fixa tradicionais, que basicamente carregam papéis prefixados, conseguiram boa vantagem sobre o CDI, exibindo rentabilidade de 0,33% na semana passada e de 0,80% no mês até o dia 19.

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A mudança no cenário externo alterou as expectativas de crescimento e inflação no Brasil, o que mexeu com o mercado de juros futuros e os ganhos dos fundos de renda fixa, explica Marcelo Pereira, sócio da Tag Investimentos. "A expectativa passou a ser de Selic estável ou em queda, o que favoreceu quem tinha aplicações prefixadas no mercado de juros", diz.

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Inflação do Brasil


A inflação do Brasil é medida de diversas maneiras; os índices mais conhecidos são: o índice de preços ao consumidor (IPC) que reflete à evolução dos preços de um pacote de produtos e serviços padrão que as famílias no Brasil adquirem para o consumo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) aplicado a famílias de baixa renda e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aplicado para famílias que recebem um montante de até quarenta salários mínimos. A inflação é controlada pelo Banco Central do Brasil através da política monetária que segue o regime de metas de inflação.

A economia brasileira sofreu um processo de hiperinflação nos anos 80, que continuo até 1994, ano em que foi criado o Plano Real e a moeda mudou para o real (R$), atual moeda do país. Entre 1995 e 2000, a média anual de inflação foi de 8,6%. Nos últimos anos, os dados registrados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do quadro inflacionário pelo IPCA, são: 

  • 2001: 7,67%
  • 2002: 12,53%
  • 2003: 9,3%
  • 2004: 7,6%
  • 2005: 5,69%
  • 2006: 3,14%
  • 2007: 4,46%
  • 2008: 5,90%
  • 2009: 4,31%
  • 2010: 5,91%

Do ano 2011, o IBGE apresenta a seguinte informação:

Imagens e dados dos indices INPC e IPCA do IBGE

Outros índices de inflação do Brasil são: Índice Geral de Preços (IGP), Índice de Preços por Atacado (IPA), Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), Índice Geral de Preços 10 (IGP 10), Índice preços ao Consumidor – Rio de Janeiro (IPC-RJ), Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC- Fipe), Índice de Preços ao Consumidor do Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas (IPC-IEPE), Índice do Custo de Vida (ICV-DIESSE), Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), Custo Unitário Básico (CUB).

inflação pelo IPC fica em 0,44% na 3ª prévia


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apresentou variação de 0,44% na terceira quadrissemana de agosto, depois de ter fechado a segunda prévia do mês com alta de 0,41%.

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O indicador, que mede a inflação da cidade de São Paulo, ficou dentro das estimativas dos analistas consultados pela Agência Estado, que iam de 0,39% a 0,48%, com mediana de 0,45%. O IPC também mostrou aceleração na comparação com a terceira quadrissemana de julho, quando havia registrado inflação de 0,26%.

Os preços do grupo Habitação haviam subido 0,49% na segunda prévia de agosto e tiveram desaceleração para 0,40% no terceiro levantamento. Já no grupo Alimentação, os preços saíram de uma alta de 0,57% para novo forte avanço de 0,81% no mesmo intervalo de comparação – foi o item que, na variação ponderada, mais contribuiu para a inflação.

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Carnes e frutas pressionam inflação no Brasil


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) voltou a subir na terceira prévia de agosto e chegou a 0,31%, o que representa um aumento de 0,14 ponto percentual sobre o resultado anterior, que 0,17%. Cinco dos sete grupos pesquisados tiveram aumentos, com destaque para alimentação, com alta de 0,55% ante 0,14%. Entre os itens que mais pressionaram a inflação estão as carnes bovinas (de 0,45% para 1,20%) e as frutas (de 2,83% para 5,70%).

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A taxa do grupo habitação passou de 0,35% para 0,38%, sob a influência dos móveis, com varição de 1,02% ante 0,61%, e do aluguel residencial (de 0,81% para 0,76%). Em educação, leitura e recreação, o índice passou de uma queda de 0,04% para um aumento de 0,12%, com destaque para a passagem aérea (de -8,20% para –4,09%).

No grupo saúde e cuidados pessoais, a taxa alcançou 0,36% ante 0,34%, com o reajuste de produtos de higiene e cuidado pessoal (de 0,05% para 0,21%). Em transportes, o IPC-S teve ligeira elevação e ficou em 0,08% ante 0,07%, sob o efeito de nova correção de preço da gasolina (de 0,11% para 0,19%).

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