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A expansão da produção industrial brasileira em janeiro foi a maior em 15 anos.


A produção industrial brasileira cresceu um 16% em janeiro em comparação com o mesmo mês de 2009, com o que alcançou a maior expansão para este mês nos últimos 15 anos, destacou o governo.

Causa do otimismo colocado no setor e do crescimento real apresentado pelo mesmo, e que o índice de inflação tem sido pressionado ao crescimento. Ao houver mais emprego e mais dinheiro circulante no mercado, os preços e o custo de vida se eleva consideravelmente e é por isso que o Copom esta pensando no aumento da Selic, a taxa referencial de juros, que e uma forma efetiva de conter o hiper-aquecimento da industria o que provoca (de não ter medidas de contenção apropriadas) uma suba constante dos preços, ou melhor conhecida como Inflação.

A produção das fábricas não aumentava tanto no primeiro trimestre do ano, desde janeiro de 1995, quando se expandiu um 16,9% segundo o estatal Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE)

O organismo atribuiu o forte crescimento a baixa base de comparação, já que em janeiro do ano passado a industria passava por um dos seus piores momentos como conseqüência da crise mundial.

Em dezembro do ano passado, o crescimento do setor já tinha sido de 19% em relação com dezembro de 2008, também pela baixa base de comparação.

O IBGE destacou, não entanto, que a produção em janeiro cresceu um 1,1% com relação a dezembro do ano passado, com o que se botou um ponto final aos meses de retrocesso nesta comparação. O setor tinha registrado em dezembro uma retração de 0,2% com relação a novembro.

O rendimento de janeiro permitiu que a produção acumulada em doze meses, que já em dezembro apresentava uma queda de 7,4% registrasse no período interanual que acabou em janeiro, uma retração da ordem dos 5%.

Segundo o informe, 23, dos 27 setores industriais analisados cresceram em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o que reflexa as paralisações não programadas e as ferias coletivas que o setor outorgou no começo de 2009 como um jeito de fazer frente à crise.

O setor com melhor desempenho foi o de veículos automotores, cuja produção se expandiu um 4,14% na mesma comparação.

Igualmente, registraram forte expansão na sua produção os setores de máquinas e equipamento (34%), metalúrgica básica (34,5%), outros produtos químicos (27,5%), produtos de metal (43%) industria extrativa (20,8%) e borracha e plástico (24,5%).

Entre os produtos cuia fabricação cresceu mais, destacam-se automóveis, caminhões, fornos de microondas, geladeiras, bobinas, blocos de aço, tintas para construção e produtos petroquímicos.

Dos quatro setores que apresentaram queda na produção,, o mais prejudicado foi o de equipes de transporte (-20%), que refletiu uma forte diminuição da fabricação de aviões.

A indústria foi o setor de Brasil mais afetado o ano passado pela crise mundial, com uma retração de 7,4% mas os industriais prevêem para 2010 um crescimento de 7%.

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