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Categoria Arquivos: Meta da Inflação

Preços monitorados e Núcleo de inflação no Brasil Setembro 2011


Preços monitorados

Os preços monitorados aumentaram 0,20% no trimestre encerrado em agosto, ante 2,92% de março a maio, retração associada, em especial, aos menores aumentos nos itens tarifas de energia elétrica, taxa de água e esgoto, e remédios e à redução de 3,93% no preço da gasolina.

Em oposição, ocorreram aumentos nos preços dos itens passagem aérea, 9,51%; ônibus interestadual, 6,63%; e pedágio, 5,45%.

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A variação acumulada em doze meses dos preços monitorados atingiu 5,71% em agosto, ante 5,96% em maio, enquanto, considerados os oito primeiros meses do ano, registraram-se aumentos de 4,58% em 2011 e de 2,02% em 2010.

Núcleo de inflação

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Tombini: "Já temos sinais de moderação de atividade no país"


Embora a inflação acumulada em 12 meses tenha atingido 7,23% em agosto (maior alta desde junho de 2005), o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, prevê uma rápida retração nos números. A autoridade monetária estima que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegará a 5,23% até abril do ano que vem, abaixo do teto da meta oficial de 6,5% ao ano.

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"Teremos redução de dois pontos percentuais até abril", disse.

Durante a abertura da Semana Imobiliária promovida pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), Tombini reafirmou que o objetivo é trazer a inflação para o centro da meta, de 4,5%, até dezembro de 2012.

"Já temos sinais de moderação de atividade no país."

Segundo ele, sempre há sinais contraditórios "aqui e acolá", mas o Produto Interno Bruto (PIB) que encerrou 2010 em 7,5% não repetiu a mesma pujança nos primeiros trimestres do ano.

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FMI quer metas de inflação no Brasil mais claras e acessíveis


Recado do Fundo cobra transparência dos bancos centrais e pode ter como alvo o Brasil, a Europa ou os Estados Unidos. O Fundo Monetário Internacional (FMI) advertiu ontem os bancos centrais a tornarem "mais claras e acessíveis" as suas metas de inflação, sob pena de minarem sua credibilidade diante dos mercados.

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O alerta foi provocado pela preocupação do Fundo com a ameaça de novas ondas de elevação de preços internacionais do petróleo e dos alimentos e, igualmente, com as economias sujeitas a "um excessivo aumento de demanda", como é o caso do Brasil. Para o FMI, a ausência de transparência dos bancos centrais pode descarrilhar os planos monetários em curso.

Assim como pode ter como alvo o Brasil, onde a inflação tem subido sob especial pressão da demanda por alimentos e serviços, o recado do Fundo dirigiu-se igualmente às autoridades monetárias da Europa e dos EUA. O Banco Central Europeu elevou duas vezes a taxa de juros, para adequar a região à sua meta inflacionária de médio prazo. O Federal Reserve mantém informalmente o centro da meta de inflação em 2%, mas desconta dos cálculos a variação dos preços do petróleo e dos alimentos.

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Como aproveitar e tirar lucros com a alta da inflação


Apesar do Banco Central sustentar que a inflação deve dar uma trégua daqui para frente, o mercado continua cético quanto à evolução dos preços: a expectativa é que o IPCA termine o ano em 6,45%, praticamente empatado com o retorno da poupança.

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Mas se no começo do ano a subida nos juros era apontada em uníssono como provável remédio para a escalada da inflação, as expectativas mudaram da água para o vinho depois que o BC reduziu a Selic em meio por cento na última reunião do Copom. Com a economia mundial caminhando a passos trôpegos, é hora do investidor voltar os olhos para sua estratégia de investimento para avaliar como a inflação e novos cortes na taxa básica podem minar sua rentabilidade.

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Inflação perde força em São Paulo, mostra Fipe


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, ficou em 0,36%, na primeira prévia de setembro.

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Essa taxa é 0,03 ponto percentual menor do que a registrada no fechamento de agosto (0,39%). O grupo alimentação continua liderando os aumentos, com 0,89% ante 0,92%.

Entre os itens com impacto inflacionário estão o feijão, cuja taxa passou de 0,87% pra 2,05%; o arroz, com 3,12% ante 3,38%; as carnes bovinas, com 1,67% ante 1,92%; e os produtos in natura, com 0,65% ante 0,36%.

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Fortaleza tem a maior inflação do Brasil, diz IBGE


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, ontem, nova pesquisa indicando que Fortaleza é a cidade brasileira que acumula, nos últimos 12 meses, a maior inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

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Fechando o mês passado com IPCA de 0,37%, mesma variação nacional, a capital cearense chegou ao total de 7,83% de agosto de 2010 até igual período deste ano, ultrapassando Curitiba, capital do Estado do Paraná, que detinha a liderança.

A elevação nos valores dos produtos e serviços em Fortaleza foge – e muito – à meta estabelecida pelo Banco Central (BC) para controlar o indicador neste ano, de 4,5%, com margem máxima de 6,5%. No ano, a Capital acumula 4,25%, abaixo de Belo Horizonte, São Paulo, Brasília e Curitiba. Em julho, o IPCA havia sido de 0,32%.

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Inflação acumulada em um ano no Brasil é a maior desde 2005


A inflação acumulada no Brasil, entre agosto de 2010 e agosto de 2011, ficou em 7,23%, maior nível para o período de um ano desde junho de 2005 (quando fechou em 7,27%), informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O índice oficial de preços acumulou um aumento de 4,42% nos oito primeiros meses do ano, mais de um ponto percentual acima do 3,14% medido entre janeiro e agosto do ano passado, de acordo com o instituto.

As taxas acumuladas até agosto põem em dúvida a possibilidade de que o governo cumpra sua meta de terminar 2011 com uma inflação de 4,50%, embora a política de metas permita uma margem de tolerância de dois pontos percentuais, com o índice no patamar máximo de 6,50%.

Segundo a previsão de uma centena de economistas de bancos privados consultados na última semana pelo Banco Central, o Brasil vai fechar este ano com uma inflação muito próxima dos 6,47% medidos em 2010. Entretanto, a pesquisa foi realizada antes de divulgada a inflação de agosto.

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