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Categoria Arquivos: Taxa inflação

BC projeta inflação na meta e crédito cresce


O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, projetou ontem que a inflação em 2011 não vai superar o teto da meta, conforme previsto pelo mercado financeiro no boletim Focus divulgado na última segunda-feira. Tombini fala em queda de um ponto percentual da inflação acumulada em 12 meses até dezembro. O mercado espera o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 em 6,52%.INF3

A respeito da possibilidade de estouro do teto da meta, hoje em 6,5%, Tombini afirmou: “A inflação está na faixa de 7,30%. O teto da meta é 6,50% e nós entendemos que será possível passar por baixo do teto da meta. A inflação estará ao redor desse nível ao final do ano, um recuo de quase um ponto percentual em relação ao que ela está hoje”, disse.

O presidente do BC minimiza também possíveis efeitos da alta do dólar nos preços. Cálculos da autoridade monetária mostram que a inflação sente, em um prazo de 12 meses, aproximadamente 5% da variação do câmbio, ou seja, se o dólar subir 10%, a inflação avança 0,5 ponto em 12 meses.

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Tombini confia no cumprimento da meta de inflação, ainda


O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, voltou a dizer hoje (27) que a inflação este ano não deve ultrapassar o teto da meta de 6,5%. “Será possível passar por baixo do teto da meta. A inflação estará ao redor desse nível no final do ano”, assegurou Tombini, após participar de audiência pública, no Senado.

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Tombini acrescentou que a inflação oficial acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está em quase 7,3% e deve cair quase 1 ponto percentual até o fim do ano.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 7,23% no período de 12 meses encerrado em agosto, o maior índice desde junho de 2005 (7,27% no resultado anualizado).

De acordo com o último boletim Focus, do Banco Central, analistas do mercado financeiro consultados pela autoridade monetária esperam que a inflação ultrapasse o teto da meta deste ano, fixado em 6,5%.

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Estimativa do mercado para inflação oficial em 2011 tem sexto aumento seguido


A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para a inflação oficial este ano subiu pela sexta semana seguida. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,46% para 6,52%. Para 2012, a estimativa teve a quarta alta seguida, ao subir de 5,50% para 5,52%.

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A estimativa para o IPCA em 2011 supera o teto da meta de inflação de 6,5%. O centro da meta é 4,5%.

A expectativa dos analistas para a taxa básica de juros, a Selic, continua em 11% ao final de 2011 e em 10,75% ao ano, no fim de 2012.

A pesquisa semanal do BC também traz projeções para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que permanece em 5,77%, este ano, e em 5%, em 2012.

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Vergonha sul-americana; Argentina censura jornalistas que divulgam reais dados da inflação no país


Depois das multas a consultorias argentinas que publicam índices de inflação superiores aos oficiais, agora chegou a vez dos jornalistas que escrevem sobre o assunto. Um juiz argentino solicitou a seis jornais locais listas de nomes, com números telefônicos e endereço, dos jornalistas que escreveram sobre a inflação do país nos últimos seis anos.

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A solicitação é parte do processo iniciado pelo polêmico secretário do Comércio Interior, Guillermo Moreno, contra uma consultoria privada que contradiz as duvidosas estatísticas do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O requerimento do juiz Alejandro Catania, da Vara Penal Econômica, foi enviado aos jornais Clarín, La Nación, Ámbito Financiero, El Cronista, BAE e Página 12. O juiz também solicitou à Comissão de Liberdade e Expressão da Câmara dos Deputados os relatórios mensais que divulga sobre a inflação, os quais são fornecidos pelas consultorias privadas.

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Inflação do Brasil acelera mais que o esperado após corte de taxa de juros


O índice de preços no consumidor do Brasil subiu mais do que os economistas esperavam em Setembro, limitando o espaço do Banco Central para cortes adicionais da taxa de juro para estimular o crescimento na maior economia da América Latina.

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Os preços no consumidor, medidos pelo índice IPCA-15, cresceram 0,53% no mês que terminou a meio de Setembro, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística do Brasil.

O crescimento verificado foi o mais rápido desde Maio. Os economistas consultados pela Bloomberg tinham previsto um crescimento dos preços de 0,49%.

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IPCA-15 sobe 0,27% em agosto, mais que esperado


A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu mais do que o esperado em agosto, afastando-se ainda mais da meta do governo em razão de preços mais elevados de alimentos, aluguéis e artigos de residência.

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O IPCA-15 subiu 0,27% em agosto, ante alta de 0,10% vista em julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

O número ficou acima de todas as previsões de analistas consultados pela Reuters. A mediana das 16 respostas era de uma alta de 0,19%, em uma faixa de 0,15% a 0,24%.

Em 12 meses até agosto, o indicador subiu 7,10%, mantendo-se acima do teto da meta do governo no ano, que é de 6,50%. No acumulado do ano, o IPCA-15 já subiu 4,48%.

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Como aproveitar e tirar lucros com a alta da inflação


Apesar do Banco Central sustentar que a inflação deve dar uma trégua daqui para frente, o mercado continua cético quanto à evolução dos preços: a expectativa é que o IPCA termine o ano em 6,45%, praticamente empatado com o retorno da poupança.

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Mas se no começo do ano a subida nos juros era apontada em uníssono como provável remédio para a escalada da inflação, as expectativas mudaram da água para o vinho depois que o BC reduziu a Selic em meio por cento na última reunião do Copom. Com a economia mundial caminhando a passos trôpegos, é hora do investidor voltar os olhos para sua estratégia de investimento para avaliar como a inflação e novos cortes na taxa básica podem minar sua rentabilidade.

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