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Há bons prognósticos de crescimento para a economia brasileira, sem apresentar inflação.


Um relevamento empresarial augura um crescimento do PIB até de um 5,2% este ano, alias da criação de 1,5 milhões de empregos.

Brasil vai alcançar este ano um crescimento econômico de 5,2% e gerará 1,5 milhões de novos empregos formais, segundo um relevamento feito entre empresários divulgado ontem pelo estatal Instituto de Pesquisa Econômica (Ipea).

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) projetado pelo setor produtivo se contrasta com a contração econômica de 0,2% sofrida no ano passado e se coloca por debaixo da expectativa do governo (5,7%).

 

Segundo o resultado do “Sensor Econômico” do Ipea, os empresários também prevêem para este ano uma inflação de 4,7%, por cima do 4,31% medido em 2009 e da meta do governo (4,5%).

O setor produtivo também espera que este ano sejam gerados 1,5 milhões de novos empregos formais por cima dos 995.110 criados no ano passado, mas por embaixo da projeção do governo (2 milhões).

Os empresário calculam que Brasil vai acabar o ano com o dólar cotando em 1,89 reais perante aos 1,79 reais aos que era vendido dias passados. Segundo o estudo, os empresários projetam para este ano um superávit comercial de 15.000 milhões de dólares, com exportações por 170.000 milhões de dólares e importações por 155.000 milhões de dólares.

Esses dados são mais otimistas que os do próprio Banco Central, que recentemente revisou suas projeções e agora prevê um superávit comercial de 10.000 milhões de dólares, produto das vendas externas por 173.000 milhões e compras por 163.000 milhões.

Em qualquer dos dois casos o superávit da balança comercial este ano se colocara por debaixo do alcançado no ano passado (25.348 milhões de dólares). O organismo oficial consulta bimestralmente para seu relevamento os dirigentes das principais centrais empresariais do país e outros porta-vozes do setor produtivo.

Por outra parte, e em dados já confirmados, o índice de desemprego no Brasil em fevereiro foi de 7,4% da população economicamente ativa, pouco mais de um ponto percentual por debaixo do medido no mesmo mês de 2009 (8,5%) e o menos para o mês de fevereiro na historia do país.

A taxa de desocupação, no entanto, superou ligeiramente o 7,2% medido em janeiro deste ano e o 6,8% de dezembro do ano passado, quando caiu para um dos seus menores níveis históricos, segundo o informe divulgado pelo estatal Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

O número de pessoas desempregadas em fevereiro nas seis maiores regiões metropolitanas do país, nas quais e medido o índice nacional, foi de 1,7 milhões, praticamente igual ao de janeiro, mas um 11,3% inferior ao de fevereiro do ano passado (1,9 milhões)

A confiança do consumidor brasileiro subiu em marco, empolgada pelo aumento do consumo das famílias de baixa renda, após deixar um período de antecipação de compras e de preocupação pela inflação.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) d Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu 0,6% entre fevereiro e março deste ano, após ter caído um 2,2% em fevereiro, falou a entidade. “A avaliação dos consumidores sobre sua situação e da economia e de um otimismo moderado” falou Aloísio Campelo, economista da FGV.

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