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Estimativa do mercado para inflação oficial em 2011 tem sexto aumento seguido


A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para a inflação oficial este ano subiu pela sexta semana seguida. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,46% para 6,52%. Para 2012, a estimativa teve a quarta alta seguida, ao subir de 5,50% para 5,52%.

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A estimativa para o IPCA em 2011 supera o teto da meta de inflação de 6,5%. O centro da meta é 4,5%.

A expectativa dos analistas para a taxa básica de juros, a Selic, continua em 11% ao final de 2011 e em 10,75% ao ano, no fim de 2012.

A pesquisa semanal do BC também traz projeções para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que permanece em 5,77%, este ano, e em 5%, em 2012.

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Vergonha sul-americana; Argentina censura jornalistas que divulgam reais dados da inflação no país


Depois das multas a consultorias argentinas que publicam índices de inflação superiores aos oficiais, agora chegou a vez dos jornalistas que escrevem sobre o assunto. Um juiz argentino solicitou a seis jornais locais listas de nomes, com números telefônicos e endereço, dos jornalistas que escreveram sobre a inflação do país nos últimos seis anos.

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A solicitação é parte do processo iniciado pelo polêmico secretário do Comércio Interior, Guillermo Moreno, contra uma consultoria privada que contradiz as duvidosas estatísticas do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O requerimento do juiz Alejandro Catania, da Vara Penal Econômica, foi enviado aos jornais Clarín, La Nación, Ámbito Financiero, El Cronista, BAE e Página 12. O juiz também solicitou à Comissão de Liberdade e Expressão da Câmara dos Deputados os relatórios mensais que divulga sobre a inflação, os quais são fornecidos pelas consultorias privadas.

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Projeções para inflação de 2013 pioram e já estão em 5%


As expectativas de longo prazo para a inflação estão piorando mais cedo. Entre 2006 e 2010, segundo levantamento da equipe econômica do Itaú Unibanco com base nas pesquisas do Banco Central, as estimativas feitas para dois anos a frente eram mais consensuais e a mediana sempre ficava próxima de 4,5%, centro da meta de inflação que o Brasil persegue desde 2005. Para 2013, no entanto, já está na conta dos economistas que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passe longe desse patamar e fique em 5%.

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As projeções para o ano seguinte já vêm se deteriorando desde 2010. O Itaú observa em relatório que, de 2006 a 2009, as previsões de IPCA para o próximo ano giravam em torno de 4,5%, com exceção de 2008, quando era esperada inflação de 5% para o ano seguinte. Já em março do ano passado, nota a instituição, as expectativas para 2011 se aproximavam de 5% e, agora, consideram que o teto da meta (6,5%) será atingido. Para 2012, já se espera IPCA de 5,5%. Há um ano, a estimativa era de 4,6%.

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Dólar forte piora quadro de inflação


A disparada do dólar em relação ao real tende a agravar o cenário de inflação no Brasil que já não era dos melhores, disse hoje o economista-sênior do Besi Brasil, Flávio Serrano, durante entrevista à AE TV. "A alta da moeda vai se traduzir em aceleração da inflação e só vai piorar um processo que já seria ruim se o dólar não estivesse nesse patamar". Nesta quarta-feira, a moeda americana rompeu a marca psicológica de R$ 1,80 e já acumula ganhos acima de 15% em setembro.DOL5

A valorização do dólar deve fazer com que o IPCA ultrapasse ainda mais o teto da meta de 6,5% estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). "O repasse dessa alta (moeda norte-americana) deve demorar de dois a três meses, mas já há a expectativa de que todos os itens do IPCA acelerem daqui para frente. Com isso, facilmente o teto da meta poderá ser rompido este ano", disse.

"Bens comercializáveis, preços de commodities e de industrializados devem sentir mais os efeitos da alta do dólar. Além disso, o setor de Serviços vai continuar pressionando a inflação, já que o mercado de trabalho continua extremamente favorável. Isso não muda", destacou. "Sem contar o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre veículos importados", acrescentou.

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Inflação do Brasil acelera mais que o esperado após corte de taxa de juros


O índice de preços no consumidor do Brasil subiu mais do que os economistas esperavam em Setembro, limitando o espaço do Banco Central para cortes adicionais da taxa de juro para estimular o crescimento na maior economia da América Latina.

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Os preços no consumidor, medidos pelo índice IPCA-15, cresceram 0,53% no mês que terminou a meio de Setembro, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística do Brasil.

O crescimento verificado foi o mais rápido desde Maio. Os economistas consultados pela Bloomberg tinham previsto um crescimento dos preços de 0,49%.

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IPCA-15 sobe 0,27% em agosto, mais que esperado


A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu mais do que o esperado em agosto, afastando-se ainda mais da meta do governo em razão de preços mais elevados de alimentos, aluguéis e artigos de residência.

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O IPCA-15 subiu 0,27% em agosto, ante alta de 0,10% vista em julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

O número ficou acima de todas as previsões de analistas consultados pela Reuters. A mediana das 16 respostas era de uma alta de 0,19%, em uma faixa de 0,15% a 0,24%.

Em 12 meses até agosto, o indicador subiu 7,10%, mantendo-se acima do teto da meta do governo no ano, que é de 6,50%. No acumulado do ano, o IPCA-15 já subiu 4,48%.

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Tombini: "Já temos sinais de moderação de atividade no país"


Embora a inflação acumulada em 12 meses tenha atingido 7,23% em agosto (maior alta desde junho de 2005), o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, prevê uma rápida retração nos números. A autoridade monetária estima que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegará a 5,23% até abril do ano que vem, abaixo do teto da meta oficial de 6,5% ao ano.

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"Teremos redução de dois pontos percentuais até abril", disse.

Durante a abertura da Semana Imobiliária promovida pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), Tombini reafirmou que o objetivo é trazer a inflação para o centro da meta, de 4,5%, até dezembro de 2012.

"Já temos sinais de moderação de atividade no país."

Segundo ele, sempre há sinais contraditórios "aqui e acolá", mas o Produto Interno Bruto (PIB) que encerrou 2010 em 7,5% não repetiu a mesma pujança nos primeiros trimestres do ano.

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