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Etiqueta Arquivos: relatório inflação setembro 2011

Expectativas de mercado em quanto a inflação no Brasil Setembro 2011


De acordo com a Pesquisa Focus – Relatório de Mercado de dois de setembro, as medianas das projeções relativas às variações anuais do IPCA para 2011 e 2012 atingiram 6,4% e 5,3%, respectivamente, ante 6,2% e 5,1%, ao final de junho. A mediana das expectativas para a inflação doze meses à frente – suavizada – situou-se em 5,53%, ante 5,18% em 30 de junho.

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A mediana relativa à variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) para 2011 recuou de 6%, ao final de junho, para 5,6%, em dois de setembro, enquanto a referente ao IPA-DI decresceu de 5,6% para 4,9%.

No mesmo período, a mediana para 2012 para o IGP-M manteve-se em 5,0% e a relacionada ao Índice de Preços ao Produtor Amplo – Disponibilidade Interna (IPA-DI) diminuiu de 4,9% para 4,7%.

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Preços monitorados e Núcleo de inflação no Brasil Setembro 2011


Preços monitorados

Os preços monitorados aumentaram 0,20% no trimestre encerrado em agosto, ante 2,92% de março a maio, retração associada, em especial, aos menores aumentos nos itens tarifas de energia elétrica, taxa de água e esgoto, e remédios e à redução de 3,93% no preço da gasolina.

Em oposição, ocorreram aumentos nos preços dos itens passagem aérea, 9,51%; ônibus interestadual, 6,63%; e pedágio, 5,45%.

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A variação acumulada em doze meses dos preços monitorados atingiu 5,71% em agosto, ante 5,96% em maio, enquanto, considerados os oito primeiros meses do ano, registraram-se aumentos de 4,58% em 2011 e de 2,02% em 2010.

Núcleo de inflação

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Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo em Setembro no Brasil


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou 0,68% no trimestre encerrado em agosto, ante 2,04% naquele finalizado em maio, reflexo de menores elevações dos preços livres e dos monitorados, responsáveis, na ordem, por 0,62 p.p. e 0,06 p.p. da variação do indicador.

O índice apresentou variações mensais de 0,15% em junho; 0,16% em julho; e 0,37% em agosto. Os preços livres aumentaram 0,88%, ante 1,69% no trimestre encerrado em maio, resultado de elevações de 0,70% no segmento de bens comercializáveis e de 1,02% no relativo a não comercializáveis.

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Destaque-se, no segmento de não comercializáveis, o recuo de 7,76% nos preços dos alimentos in natura, que haviam aumentado 3,75% no trimestre finalizado em maio, e a redução de 0,93 p.p., para 2,33%, na variação do item empregado doméstico. A desaceleração observada no âmbito dos bens comercializáveis esteve associada, em especial, à evolução favorável dos preços do grupo vestuário e aos recuos nos preços dos itens óleos e gorduras, bovinos, álcool e automóvel novo.

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Inflação do Brasil está entre as mais elevadas do mundo


A inflação brasileira foi classificada entre as mais elevadas do planeta e a previsão é de que continue assim até o fim de 2012. A informação foi divulgada pelo Banco Central (BC) durante esta quinta-feira, na apresentação do relatório de inflação do terceiro trimestre de 2011 pelo diretor de Política Econômica da instituição, Carlos Hamilton Araujo.

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Em agosto, a inflação brasileira chegou a marcar 7,33%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), durante os últimos 12 meses partindo desta marca, o país só foi superado em elevação de preços pela Rússia, que chegou a 8%, e pela Índia, que ultrapassou este mesmo patamar.

Os números, que apareceram na amostra de países selecionada pelo BC para comparação, indicam que a inflação brasileira entre agosto de 2010 e o mesmo mês de 2011 ficou a cima da observada em países como a China (aproximadamente 6%), Estados Unidos (entre 4% e 5%), Nova Zelândia (entre 5% e 6%), e África do Sul (aproximadamente 5%).

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Índices gerais de Inflação no Brasil do mês de Setembro 2011


O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,43% no trimestre encerrado em agosto, ante 1,12% naquele finalizado em maio, evolução decorrente de reduções nas variações trimestrais do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e do Índice Nacional da Construção Civil (INCC), e de expansão na relativa ao Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA).

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O IPA cresceu 0,44%, ante 0,22% no trimestre finalizado em maio, refletindo aumentos de 0,21% nos preços agrícolas e de 0,52% nos preços industriais, que haviam registrado variações respectivas de -2,79% e 1,33% no período encerrado em maio.

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BC projeta inflação na meta e crédito cresce


O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, projetou ontem que a inflação em 2011 não vai superar o teto da meta, conforme previsto pelo mercado financeiro no boletim Focus divulgado na última segunda-feira. Tombini fala em queda de um ponto percentual da inflação acumulada em 12 meses até dezembro. O mercado espera o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 em 6,52%.INF3

A respeito da possibilidade de estouro do teto da meta, hoje em 6,5%, Tombini afirmou: “A inflação está na faixa de 7,30%. O teto da meta é 6,50% e nós entendemos que será possível passar por baixo do teto da meta. A inflação estará ao redor desse nível ao final do ano, um recuo de quase um ponto percentual em relação ao que ela está hoje”, disse.

O presidente do BC minimiza também possíveis efeitos da alta do dólar nos preços. Cálculos da autoridade monetária mostram que a inflação sente, em um prazo de 12 meses, aproximadamente 5% da variação do câmbio, ou seja, se o dólar subir 10%, a inflação avança 0,5 ponto em 12 meses.

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Tombini confia no cumprimento da meta de inflação, ainda


O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, voltou a dizer hoje (27) que a inflação este ano não deve ultrapassar o teto da meta de 6,5%. “Será possível passar por baixo do teto da meta. A inflação estará ao redor desse nível no final do ano”, assegurou Tombini, após participar de audiência pública, no Senado.

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Tombini acrescentou que a inflação oficial acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está em quase 7,3% e deve cair quase 1 ponto percentual até o fim do ano.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 7,23% no período de 12 meses encerrado em agosto, o maior índice desde junho de 2005 (7,27% no resultado anualizado).

De acordo com o último boletim Focus, do Banco Central, analistas do mercado financeiro consultados pela autoridade monetária esperam que a inflação ultrapasse o teto da meta deste ano, fixado em 6,5%.

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