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Mercado reduz projeções de inflação e mantém de Selic


O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação em 2011, segundo o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC). A projeção para a inflação em 2012 também foi reduzida. De acordo com a pesquisa, a expectativa para a inflação oficial neste ano caiu de 6,28% para 6,26%, em um patamar distante do centro da meta de inflação, que é de 4,50%. A meta tem margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.

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A projeção para a inflação em 2012 foi reduzida de 5,27% para 5,23%. A previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto de 2011 caiu de 0,28% para 0,27%. A estimativa para o IPCA de setembro foi reduzida de 0,36% para 0,35%.

Para o mercado financeiro, a crise pode ter reflexo no crescimento do País. O mercado reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 de 3,94% para 3,93%, segundo o boletim Focus. Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia foi mantida em 4%. A estimativa para o crescimento da produção industrial em 2011 caiu de 3,01% para 3%. Para 2012, a projeção para a expansão da indústria foi mantida em 4,30%.

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Brasil está preparado para situação mais difícil, diz BC


O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, ressaltou nesta sexta-feira que o Brasil está preparado para uma eventual "situação mais difícil" decorrente da crise econômica mundial. "A primeira linha de defesa é o câmbio flutuante, para os dois lados", destacou. Segundo ele, devido à ação do governo em 2008, com várias políticas anticíclicas para mitigar os efeitos da recessão global no País, o Brasil dispõe de "um conjunto de instrumentos mais fortalecidos".

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"Atingimos US$ 350 bilhões de reservas internacionais. Os bancos (comerciais) têm no BC R$ 170 bilhões em depósitos compulsórios a mais do que antes da crise", destacou Tombini. Segundo ele, o Brasil possui carteiras de crédito menos arriscadas do que no final de 2010 devido às medidas prudenciais que o BC adotou, várias delas com o foco de tornar mais razoável a expansão do crédito do País. Ele citou, por exemplo, o caso de redução de prazos de financiamentos para a venda de produtos a consumidores.

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Situação fiscal é ”diferencial” na inflação, diz Tombini


Presidente do Banco Central elogia a política fiscal brasileira como estratégia para combater a crise Em mais uma demonstração de alinhamento com o Ministério da Fazenda, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou ontem que o Brasil tem na política fiscal o seu "grande diferencial" para enfrentar os desdobramentos da crise internacional.

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Apesar de o lado fiscal ser o maior alvo de críticas do mercado ao governo nos últimos anos, o BC tem enfatizado o apoio dessa política no combate à inflação. E, ontem, Tombini foi além, salientando que, numa crise com origem no descontrole das contas públicas de países avançados, o Brasil está na contramão e tem de manter esse caminho.

"Temos neste momento que confirmar o nosso diferencial, que hoje é ter uma situação fiscal bem arrumada", disse o presidente do BC, durante seminário promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. "É importante que continuemos nessa toada para que esse diferencial fique cada vez mais marcado em relação à economia brasileira.”

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Inflação nos últimos 12 meses é a maior desde 2005, diz IBGE


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, subiu 0,16% em julho, após alta de 0,15% em junho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (5). Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 6,87%, a maior taxa desde junho de 2005, e fica acima da meta do governo (que é de 6,5% para o ano).

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O preço dos combustíveis e o setor de transporte foram os que mais influenciaram a alta do índice nos mês. O preço dos alimentos, por outro lado, teve queda, principalmente o tomate e as carnes.

Inflação preocupa governo

O combate à inflação se tornou um dos principais objetivos do governo. Para este ano, o centro da meta de inflação perseguido pelo Banco Central é de 4,5%.

A meta pode ter variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, ou seja, a inflação poderia ir de 2,5% a 6,5%. O índice de 4,5% é chamado de centro, pois está bem no meio dos extremos.

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Ambiente externo estimula nova queda dos contratos de juros futuros


Apesar de uma leve correção para cima dos Treasuries americanos, o cenário de aversão a risco continua a pautar o movimento dos contratos brasileiros de juros futuros mais longos.

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. Os Depósitos Interfinanceiros (DIs) dão continuidade à trajetória de queda vista ao longo da maior parte desta semana, em meio à insegurança global que tanto tem afetado os mercados nos últimos dias.

O medo de uma recessão continua em cena e nem os números melhores que o esperado do mercado de trabalho americano estão contendo nova queda de Wall Street e também no Brasil. Por volta das 12h20, o DI de abertura de 2013 apresentava queda de 0,03 ponto percentual na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a 12,28%, o de janeiro de 2014 recuava 0,07 ponto, a 12,34%, e o do início de 2015 cedia 0,08 ponto, a 12,36%.

Além disso, os contratos de abertura de 2016 e 2017 cediam 0,04 ponto e 0,09 ponto, respectivamente a 12,36% e 12,25%. Entre os contratos de vencimentos mais curtos, o de outubro de 2011 mantinha taxa de 12,40%, enquanto o início de 2012 registrava decréscimo de 0,02 ponto, a 12,37%.

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Queda da inflação prevista pelos bancos para os próximos meses


As instituições financeiras apostam na queda da inflação nos próximos meses, segundo pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A divergência entre os economistas dos bancos está na velocidade com que o aumento dos preços irá convergir para o centro da meta estipulada pelo Banco Central (BC), de 4,5%. “Há um consenso forte que o ciclo de alta da taxa está próximo do seu encerramento”, destacou o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg.

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Dos 31 analistas de bancos ouvidos para o levantamento divulgado hoje (3), 43% avaliam que a inflação vai recuar um pouco a partir do quarto trimestre, porém, permanecerá em aproximadamente 6%; 39% acreditam que a convergência para o centro da meta é possível, entretanto, acham que ainda é cedo para ter certeza. Enquanto 18% dos entrevistados preveem que o aumento de preços irá cair para próximo dos 4,5%, como indicou o Comitê de Política Monetária do BC em sua última reunião.

A expectativa geral apontada na pesquisa permaneceu praticamente estável em relação ao levantamento anterior feito em junho. A previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011, subiu de 6,2% em junho, para 6,3% em agosto. Já o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) teve a estimativa reduzida de 6,3% para 5,8%.

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O BC pode agir mais no câmbio e contra inflação diz Tombini


O Banco Central segue vigilante em relação à inflação e ao câmbio e pode tomar mais medidas se for necesário, disse o presidente do BC, Alexandre Tombini, nesta terça-feira.

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Segundo ele, a valorização do real se dá por motivos globais e internos, incluindo especulação e o Brasil está preparado para enfrentar um cenário externo atualmente "complexo".

Tombini disse ainda que a inflação está em tendência declinante e que ficará mais evidente a trajetória de convergência da inflação para o centro da meta no quarto trimestre deste ano, com o BC tendo 2012 na mira.

"O Banco Central permanece vigilante e não hesitará em adotar medidas, se necessário, para garantir a convergência da inflação para o centro da meta em 2012", afirmou ele em evento em São Paulo. "O Brasil é um dos países mais ativos no combate à inflação."

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